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Tenho que confessar: caí nas graças da série Glee. Apesar das críticas negativas de chatos como Rubens Ewald Filho, eu achei o seriado digno dos elogios ecoados no Globo de Ouro.
Dizem que Glee é um High School Musical para adultos. Discordo. High School segue aquele padrão clichê de seriadinhos musicais de escolas secundárias americanas. Glee é mais intenso, recheado de drama; é emotivo, criativo, o formato é… brilhante.
Tá, concordo que a sacada de usar os loosers de uma escola e fazer deles os pop stars do momento não é nova, mas exatamente pelo fato do programa não cair na tentação dos chavões óbvios é que ele vale a pena.
Em Glee você não vai ver aqueles rostos esculpidamente perfeitos das séries à la Walt Disney, mas vai, ao contrário, encontrar as “minorias”: latinos, cadeirantes, gays, adolescentes grávidas, negros, judeus. Todos os marginalizados que não fazem parte do círculo pop do colégio têm vez no “clube do coral”. E isso é muito legal.
Sem contar, claro, o humor dosado e não irritante, o melodrama adolescente balanceado e o apelo musical com boas doses de músicas em formato capella. Um deleite.
Tenho que confessar: caí nas graças da série Glee. Apesar das críticas negativas de chatos como Rubens Ewald Filho, eu achei o seriado digno dos elogios ecoados no Globo de Ouro.
Dizem que Glee é um High School Musical para adultos. Discordo. High School segue aquele padrão clichê de seriadinhos musicais de escolas secundárias americanas. Glee é mais intenso, recheado de drama; é emotivo, criativo, o formato é… brilhante.
Tá, concordo que a sacada de usar os loosers de uma escola e fazer deles os pop stars do momento não é nova, mas exatamente pelo fato do programa não cair na tentação dos chavões óbvios é que ele vale a pena.
Em Glee você não vai ver aqueles rostos esculpidamente perfeitos das séries à la Walt Disney, mas vai, ao contrário, encontrar as “minorias”: latinos, cadeirantes, gays, adolescentes grávidas, negros, judeus. Todos os marginalizados que não fazem parte do círculo pop do colégio têm vez no “clube do coral”. E isso é muito legal.
Sem contar, claro, o humor dosado e não irritante, o melodrama adolescente balanceado e o apelo musical com boas doses de músicas em formato capella. Um deleite.